Como Vender Projetos Baseados na Neuroarquitetura

A neuroarquitetura destaca-se por oferecer ao cliente uma estrutura completamente pensada em suas necessidades, fugindo por completo do senso comum e garantindo uma verdadeira experiência ao usuário. 

Embora seja altamente aconselhável construir um ambiente dentro desses moldes (afinal, uma estrutura personalizada é sempre melhor), não podemos ignorar o fato de que trata-se, ainda, de um conceito muito novo no mercado.

Por causa desse engatinhar, apresentar e vender projetos baseados na neuroarquitetura é um processo difícil, algo que pode representar um verdadeiro desafio para o arquiteto, especialmente para aqueles que não possuem tanta experiência comercial.

Neste quesito, é sempre importante lembrar aquilo que o arquiteto já sabe muito bem: diferente de muitas outras profissões, o profissional arquiteto vende muito mais que um produto, mas, sim, todo um conceito, ideia ou projeto.

Por este mesmo motivo, para vender projetos baseados na neuroarquitetura, o profissional da área precisa aliar conhecimentos técnicos com seu lado comercial, que citamos anteriormente. 

Apesar de tais características não dificultarem apenas o profissional da arquitetura, mas como vários outros como um todo, é especialmente difícil quando o serviço a ser vendido é algo incomum e pouco conhecido no mercado brasileiro, como é o caso do arquiteto que está prestes a vender um projeto baseado na neuroarquitetura.

Pensando nos desafios que você, arquiteto, pode vir a enfrentar ao apresentar seus projetos baseados em neuroarquitetura, o blog da Mirage criou este artigo. 

Nele, você terá dicas sobre como mostrar suas ideias com segurança e, assim, vender projetos baseados na neuroarquitetura com mais facilidade.

Veja nossas dicas logo abaixo e não deixe de compartilhar o artigo com outros profissionais da área de arquitetura, que podem estar passando pelas mesmas dificuldades que você.

 

1) Conhecer seu cliente é fundamental

Não à toa este é o primeiro tópico. Sua importância é tamanha e pode definir não só a conversa que você terá com seu possível cliente, como também a forma de apresentar seu projeto baseado na neuroarquitetura. 

É um fato que o arquiteto pode lidar com diversos perfis de cliente e, para cada um deles, há um jeito de apresentar, explicar e desenhar seu projeto baseado na neuroarquitetura.

Quando falamos sobre projetos voltados para escritórios, por exemplo, sabemos que, muito provavelmente, lidaremos com compradores mais experientes.

Geralmente são pessoas que já estão realizando pesquisas no mercado, já possuem um budget definido e já realizaram compras (e vendas) de projetos em algum momento anterior.

Diferente de um cliente que está projetando algo para a própria casa ou para uma nova residência que pretende construir. Nem sempre pessoas desse perfil tem total certeza do que estão procurando.

Por isso que, conforme o público muda, é importante que o arquiteto procure por maneiras diferentes de se comunicar e deixar claro seu projeto, seja ele baseado em neuroarquitetura ou não.

 

2) Valorize seu trabalho e o seu projeto

Assim como ocorre em outras profissões, é comum encontrar pessoas que não entendem o valor real do trabalho do arquiteto.

Quando o mesmo possui um projeto mais inovador e incomum no mercado, como é o caso quando falamos sobre vender projetos baseados na neuroarquitetura, o processo de apresentação e negociação do projeto pode encontrar algumas pedras pelo caminho.

Mas não há motivo para desânimo, sendo necessário ao arquiteto pensar e agir de forma estratégica. Algumas formas de fazê-lo são:

  • Encontrar os pontos fortes do projeto, isto é, os grandes diferenciais, aquilo que o cliente encontrará em poucos (ou somente em você);
  • Procure educar seu cliente, isto é, mostrar para ele o porquê de cada ação e como isso impacta diretamente em seus resultados;
  • Produza materiais e artigos que possam informar seu cliente. Você pode enviar através do email, redes sociais ou pelos correios, a depender do material e do budget disponível para esta ação. O objetivo aqui é te posicionar como referência em neuroarquitetura, assim, objeções como preço passam para um segundo plano.
  • Mostre seus resultados, projetos anteriores, experiências, trabalhos feitos ou que teve participação. Neuroarquitetura não é um conceito comum, a prova social é fundamental para demonstrar as possibilidades desse tipo de projeto..

É importante entender que o objetivo dessas ações é quebrar objeções que possam surgir ao vender projetos baseados na neuroarquitetura.

Levando tais ações em consideração, a negociação torna-se mais fluida com um cliente melhor educado sobre os porquês do projeto de neuroarquitetura.

 

3) Transforme aquilo que não tem como fugir

Algumas questões, como preço e prazo, são impossíveis de serem deixadas de lado. Afinal, é praticamente impossível que qualquer cliente assine contrato sem passar por essas perguntas de antemão.

Antes de tudo, é preciso naturalizar o fato de que todo serviço possui um preço e um prazo para ser entregue. E quando temos um serviço mais exclusivo, e mais elaborado, como é o caso da neuroarquitetura, é esperado que o preço seja mais elevado.

Da mesma forma que pagamos pela conta de um restaurante sem ver qualquer problema, projetos de arquitetura também devem ser vistos da mesma maneira por quem está contratando (e por quem quer ser contratado). 

Além disso, procure transformar as possíveis negativas em ganho de experiência. Perceba em qual momento o cliente foi perdido (foi no meio da apresentação, foi ao falar do preço, foi ao mostrar sua experiência?) para que em uma oportunidade próxima isso seja amenizado.

Mas, se mesmo assim, a questão de valores a serem cobrados ainda é um peso para você, transforme essa parte em algo diferente:

  • Sempre seja justo, tanto com o contratante, quanto consigo mesmo. Isto é, procure não diminuir seu preço apenas para garantir o cliente, pois você pode vir a se arrepender no futuro;
  • Entenda que, aplicando valor ao seu trabalho, explicando bem e sendo atencioso, mesmo que o cliente não venha a assinar o contrato (seja por falta de dinheiro ou alguma outra impossibilidade), ele terá uma boa imagem de você, podendo indicá-lo a outras pessoas ou mantendo seu contato para outro trabalho futuro;
  • Procure ser flexível, não significando que você tenha que se desvalorizar, mas, sim, oferecer soluções para possíveis problemas, como parcelamento ou mais prazo para o primeiro pagamento.

 

4) Tire proveito da internet

A grande vantagem de viver e ser um profissional nesta era é o fato de podermos nos comunicar com pessoas de diversas localidades, sejam elas nossos vizinhos ou pessoas em outros países.

Dessa forma, não há nada que impeça em montar uma comunicação online e mostrar seu trabalho pelo mundo, aumentando suas chances de conquistar não só novos clientes, como também novos contatos e oportunidades de crescimento.

Você pode construir sua imagem online através…

  • De um site voltado para neuroarquitetura;
  • Das redes sociais, postando conteúdos e tirando dúvidas em torno da neuroarquitetura;
  • Do LinkedIn, escrevendo artigos e criando conexões com pessoas e empresas que possam ter interesse na neuroarquitetura;
  • Do e-mail marketing: enviando conteúdos e gerando interesse pela neuroarquitetura;
  • De blogs e artigos: criando conteúdo voltado para a neuroarquitetura, você tem mais chances de ser localizado quando alguém pesquisar por “neuroarquitetura” no Google;
  • De ebooks e webinars: criando conteúdos mais densos em torno da neuroarquitetura;
  • De fóruns e grupos especializados em arquitetura, onde será possível trocar ideias sobre a neuroarquitetura e novidades do mercado.

Um exercício rápido, faça uma busca sobre neuroarquitetura no google. Bom, você deve ter percebido que a maioria dos resultados na primeira página de pesquisa são revistas, ou, empresas que vendem produtos. Aqui existe uma oportunidade de ouro para você se posicionar acima dos seus concorrentes no tema. (caso tenha interesse em saber mais sobre como e posicionar na internet comente neste artigo.)

Além de começar a espalhar seu conteúdo pela internet, promover tais ações pode ser um grande atrativo para possíveis clientes, além de servir como uma espécie de currículo ao se apresentar para seus contatos. Afinal, você será a referência em neuroarquitetura.

E ainda tem mais: você pode criar uma verdadeira rede de troca de conhecimentos com outros profissionais da área, além de conhecer pessoas que estão interessadas em seus serviços.

 

5) Procure se engajar

Ser notado na comunidade da arquitetura é um ótimo cartão de visitas e um grande passo para conquistar novos clientes.

Quando o assunto são projetos baseados na neuroarquitetura, o engajamento com a comunidade se torna um atrativo ainda maior, uma vez que é algo muito novo.

Ser portador de informações de uma nova tendência, como é o caso da neuroarquitetura, pode ser um grande divisor de águas para sua carreira.

Além de desenvolver novos projetos para contratantes, é uma excelente ideia procurar estar presente em eventos da área, não só para trocar conhecimento, como também estar a par das novidades do mercado.

Se for possível palestrar em um desses eventos, não deixe a oportunidade passar. Afinal, melhor que receber conhecimento, ser considerado digno de passar informações é ainda mais benéfico para crescer como pessoa e como profissional.

E se você quiser saber mais sobre a neuroarquitetura e sua importância ao pensar em um ambiente, escrevemos um artigo sobre o assunto aqui no blog da Mirage. Para ler, basta clicar aqui.

 

Sobre a Mirage

A Mirage Móveis é uma empresa carioca voltada para móveis corporativos. Além da venda, somos referência na manutenção de cadeiras. Veja nosso catálogo e conheça nossos produtos e serviços!